O ALMANAQUE DO CRUZEIRO, que é o quinto almanaque de um time no Brasil (os outros foram do Corinthians, Flamengo, Palmeiras e São Paulo lançados pela editora abril) é o resultado de 10 anos de pesquisas do jornalista e pesquisador Henique Ribeiro nas coleções de jornais dos arquivos públicos de Belo Horizonte e resgata todas as fichas técnicas dos 4.211 jogos do Cruzeiro desde a sua estréia em 3 de abril de 1921 na vitória de 2 a 0 sobre o combinado Palmeiras/Villa Nova, no extinto estádio do Prado Mineiro, em Belo Horizonte até a vitória contra o Botafogo, por 3 a 1, no Mineirão, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2006.
O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NO ALMANAQUE DO CRUZEIRO:
O livro tem um total de 560 páginas e está dividido em três partes:
1ª parte - Jogo a Jogo - com todas as fichas técnicas dos 4.211 jogos do Cruzeiro que contam com as seguintes informações: resultado, motivo do jogo, data, estádio, cidade, publico, renda, árbitro, gols (com os respectivos tempos), escalações do Cruzeiro e do time adversário com seus respectivos técnicos e as expulsões
As fichas técnicas contam com o motivo do jogo, data, estádio, cidade, publico, renda, arbitro, gols, escalações do Cruzeiro e do adversário e os cartões vermelhos que são acompanhadas por textos que relatam curiosidades e fatos importantes a respeito dos jogos como, por exemplo:
A tarde em que o genial Dirceu Lopes marcou um gol tão fantástico que acabou literalmente com um jogo.
A decisão de campeonato entre Cruzeiro e Atlético em que um árbitro internacional deu o início do jogo sem a bola.
A façanha do atacante Ninão, o mais velho dos irmãos Fantoni, que marcou 10 gols numa mesma partida.
O impasse provocado por uniformes da mesma cor que fez com que o Cruzeiro jogasse com a camisa do Sete de Setembro.
Todos os recordes conquistados e superados pelo inesquecível esquadrão de 2003 na conquista da tríplice coroa.
A razão pela qual o Cruzeiro foi chamado de Ypiranga numa partida mesmo ainda se chamando Palestra.
Os gols de pênalti e de falta que fizeram Nelinho superar Tostão e tornar-se o maior artilheiro de bola parada da história do clube.
A contratação do ex-ídolo atleticano Reinaldo que chegou ao clube declarando que a torcida do Cruzeiro é mais vibrante que a do galo.
A entrada do goleiro Hélio na raríssima galeria dos goleiros que defenderam um pênalti cobrado por Pelé não se deixando enganar pela sua traiçoeira "paradinha".
O gol da malandragem de Joãozinho na decisão da Libertadores de 1976 que quebrou a hegemonia de argentinos e uruguaios na conquista do título sulamericano.
A morte de Roberto Batata que fez com que a Federação Mineira decretasse uma inédita semana de luto no futebol mineiro.
Os gols do colombiano Aristizabal que o consagrou como o maior artilheiro estrangeiro do clube superando o uruguaio Revetria.
O dia em que o técnico Oswaldo Brandão mandou o time armar uma barreira na linha do gol para impedir a cobrança de pênalti do Bahia.
As fases do clube como Cruzeiro Duro, Time dos Sonhos, da Academia Cruzeirense, do Time Copeiro e do Campeão da Década, dentre outros.
A Copa Sul Minas de 2002 que transformou o volante Ricardinho no maior dos campeões.
O gol do meio de campo que Eduardo "Lobinho" marcou e que o árbitro espanhol não viu apontando o tiro de meta.
A razão do uniforme branco do Cruzeiro contrariando o modelo original que previa o calção azul.
A expulsão do repórter Carlos Cezar Pinguim flagrado passando instruções do técnico Enio Andrade aos jogadores saindo de campo ovacionado pela torcida.
As polêmicas contratações de um árbitro e de um técnico de basquete para dirigir o time de futebol.
A estréia da camisa azul com as cinco estrelas que transformaram o uniforme do Cruzeiro no mais original e sem nenhum similar entre todos os clubes do futebol mundial.
A trajetória do Cruzeiro como o maior vencedor de partidas decisivas do futebol mineiro.
A polêmica decisão de 1956 contra o Atlético que fez o Cruzeiro romper sua tradição de nunca protelar no TJD os pontos de uma partida.
O destemido Trem da Vitória que, durante 20 anos, levou a torcida para as cidades do interior para acompanhar o time nas partidas do Campeonato.
O jogo em que a torcida cruzeirense cantou sem parar, até no intervalo, mesmo com o time sendo derrotado em campo
e muito mais...
2ª parte - Jogos do Mistão - relação dos jogos do 2o time (que a partir da década de 1940 passou a ser chamado de aspirantes, mistão ou expressinho)
3ª parte - Estatísticas:
Levantamento das campanhas do Cruzeiro em todas as competições oficiais e amistosas que disputou com número total de jogos, vitórias, empates, derrotas, gols pró e contra e a classificação final em cada um, além dos recordes;
Todos os títulos e taças;
Resumo geral das campanhas no exterior, no Brasil, no interior de Minas e em Belo Horizonte com os respectivos jogos de estréia;
Ranking dos artilheiros acima dos 50 gols marcados (com nome completo de cada um, posição, período em que atuou);
Ranking dos jogadores que mais jogaram pelo clube - todos acima dos 200 jogos (com nome completo de cada um, posição, período em que atuou);
Todos os jogadores do Cruzeiro que foram artilheiros de campeonatos
O Ranking dos jogadores com maior número de títulos - acima de 5 conquistas (com nome completo de cada um, posição, período em que atuou);
Todos os jogadores do Cruzeiro que atuaram pela Seleção Brasileira com os respectivos períodos, número de jogos e gols;
Todos os jogadores do Cruzeiro que disputaram a Copa do Mundo;
Todos os jogadores do Cruzeiro que conquistaram títulos pela Seleção Brasileira;
Relação de todos os treinadores (com número total de jogos, vitórias, empates e derrotas, os títulos que conquistaram e os respectivos períodos que treinaram o time);
Todos os 90 goleiros (com número de jogos e gols sofridos e os respectivos períodos em que atuaram pelo clube);
Todos os Presidentes do Cruzeiro (com os respectivos períodos em que dirigiram o clube e os títulos conquistados);
O AUTOR
O jornalista Henrique Ribeiro é pesquisador da história do Cruzeiro Esporte Clube desde 1996, quando começou a levantar os antigos jogos do clube nas coleções de jornais nos arquivos públicos da Belo Horizonte. Em 1998 passou a escrever para a Revista do Cruzeiro e, em 1999, foi contratado para trabalhar na assessoria de imprensa do clube. Desde então é o responsável pela divulgação e elaboração das estatísticas e da história do clube junto aos meios de comunicação.

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